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Lendas Urbanas Brasileiras – O Boto

Publicado: 20 de março de 2012 em Lendas Urbanas
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A lenda do boto é mais uma crença que o povo costumava lembrar ou dizer como piada quando uma moça encontrava um novo namorado nas festas de junho. É tradição junina do povo da Amazônia festejar o nascimento de Santo Antonio, São João e São Pedro.
Nestas noites se fazem fogueiras, se atiram foguetes enquanto se desfrutam de comidas típicas e se dançam quadrilhas e outras danças ao som alegre das sanfonas. As lendas contam que nestas noites, quando as pessoas estão distraídas celebrando, o boto rosado aparece transformado em um bonito e elegante rapaz, mas sempre usando um chapéu, porque sua transformação não é completa, pois suas narinas se encontram no topo de sua cabeça fazendo um buraco.
Como um cavalheiro, ele conquista e encanta a primeira jovem bonita que ele encontra e a leva para o fundo do rio. Durante estas festividades, quando um homem aparece usando um chapéu, as pessoas pedem para que ele o retire para que não pensem que ele é um boto.

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“Reza a lenda que uma garota que era uma estudante de Psicologia, estava no final de seu curso e ficou responsável por pesquisar o comportamento das pessoas nos velórios e enterros. Primeiro, ela estudou teorias sobre este comportamento. Mas depois a estudante resolveu partir para a prática, visitando, discretamente, velórios e enterros de estranhos.
O primeiro velório foi de um senhor de idade, que tinha sido um professor famoso. Esta cerimônia foi cheia de pompas e discursos. Porém, uma pessoa em especial, chamou a atenção da estudante: era uma idosa de cabelos brancos, vestida de preto, com uma mantilha negra e antiga na cabeça. A primeira vez que a estudante olhou para esta mulher, teve a impressão de que esta velhinha não tinha pernas e estava flutuando. Porém, depois a estudante olhou, novamente, para esta esquisita figura, viu as suas pernas normais e concluiu que aquilo poderia ter sido uma ilusão de ótica.
O segundo velório, visitado pela estudante, foi de uma criança de classe baixa, num bairro muito popular. Esta estudante estava observando o comportamento das pessoas, quando viu, novamente, a estranha senhora do primeiro velório. Então, a acadêmica resolveu olhar para a mulher com mais cuidado. Porém, a velhinha olhou em sua direção e a estudante teve a impressão de ter visto duas estrelas no lugar dos globos oculares desta mulher. Então, a moça pensou que isto poderia ter sido uma bobagem de sua cabeça.
O terceiro velório, que a graduanda visitou, foi o velório de um empresário milionário, amigo de sua família. Por ser um velório de gente importante, só entrava quem fosse conhecido. A estudante entrou, mas dentro do local, ela teve uma surpresa: a idosa esquisita estava lá também.
Após o enterro, a estudante decidiu seguir aquela idosa esquisita, que ficou algum tempo andando pelo cemitério, até que parou num túmulo marrom. Então, a estudante notou que a mulher da foto do túmulo era aquela mesma velhinha estranha, e, sem querer, soltou uma exclamação: ‘Ave!’ – Assim , a idosa olhou para trás e disse: ‘Ave , minha filha!’ – Desta maneira, a estudante falou: ‘Como é possível?!’ – A foto da mulher enterrada neste túmulo é a cara da senhora! Deste jeito, a velha explicou: ‘Bem , isto faz sentido, porque esta mulher que está aí enterrada, neste túmulo marrom, sou eu…’ – Então, a estudante disse : ‘Isto não é possível… Só pode ser uma brincadeira, ou uma alucinação minha… E por que a senhora visita tantos velórios e enterros?! Qual é a explicação de tudo isto?’ – Assim, calmamente, a velhinha falou: ‘Eu nasci há algum tempo atrás… A minha vida foi indolente e sem graça… Fui filha única, não me casei, não tive filhos e não trabalhei… Eu apenas ficava em casa… Sem fazer nada, por preguiça… Quando meus pais morreram, eu vivi tranquilamente com a pensão que eles deixaram para mim. Mas, quando eu morri, a primeira coisa que eu vi, foi o filme da minha vida inteira. Um tremendo vazio… Em primeiro lugar, um anjo tentou me levar para o céu, mas eles não me aceitaram lá, porque eu não tinha feito nada de útil para a humanidade… Depois, o mesmo anjo tentou me levar para o inferno, mas o diabo não me aceitou porque eu não era má suficiente… Após isto, o anjo me levou para o purgatório, mas o guardião de lá, não me aceitou, alegando que eu não tinha feito nenhum pecado para purgar. Então, apareceu o chefe deste anjo, que falou que o melhor a fazer era dar uma missão útil para mim, como colaboradora da morte.’ – Assim, a estudante indagou: ‘E o que uma colaboradora da morte faz?’ – Desta maneira, a velha respondeu: ‘Uma colaboradora da morte tem uma missão parecida com a deste anjo, quando alguém morre, ela coloca o filme da vida desta pessoa falecida para ela ver e guia a sua alma até muitos lugares como o céu, o purgatório e o inferno.’
Após escutar tudo isto , a estudante desmaiou. No hospital, ela contou a história para os enfermeiros, disse que estava vendo o filme da sua vida diante dos seus olhos e em seguida, faleceu.”

(Enviada por Luana)

Lendas urbanas, mitos urbanos ou lendas contemporâneas são pequenas histórias de caráter fabuloso ou sensacionalista, amplamente divulgadas de forma oral, por e-mails ou pela imprensa e que constituem um tipo de folclore moderno. São frequentemente narradas como sendo fatos acontecidos a um “amigo de um amigo” ou de conhecimento público.

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“Pessoas afirmam que a emissora foi montada numa casa em que o proprietário, um homem que gostava de música clássica, se suicidou. Nos anos setenta, quando esta rádio foi inaugurada, os produtores só tocavam pop e rock. Então, freqüentemente, no meio das músicas destes estilos surgiam melodias eruditas do nada. Assim um técnico foi chamado, mas de nada adiantou. Deste jeito um dos diretores mandou um padre benzer a emissora e depois deste acontecimento as canções passaram a tocar normalmente. Nos anos oitenta, esta rádio decidiu fazer um programa romântico à noite, onde os ouvintes pediam músicas de amor, declamavam poesias e falavam com os locutores sobre suas paixões. Certa vez, um idoso ligou para esta emissora de rádio e disse: – Alô, meu nome é Antônio Souza, eu gostaria de fazer uma declaração de amor para minha esposa e pedir sua música favorita: Close to You da banda Carpenters. O locutor respondeu: – Pode ficar à vontade. Assim o ouvinte falou: – Marisa, não chore, pois estou num lugar muito bonito. Você reza para que eu volte, mas isto só atrapalha minha evolução espiritual. Aqui neste lugar, eu encontrei nosso filho Lucas, que deixou a vida terrena há muito tempo e ele está se preparando para ser o novo membro da nossa família. Meu amor, você adorava escutar este programa romântico desta emissora, mas reclamava que eu nunca ouvia junto com você e que eu nunca fiz uma declaração de amor via rádio. Mas agora estou fazendo e até pedi à música que tocou no dia em que a gente se conheceu. De repente, o locutor disse: – Parabéns pela declaração de amor! – Gostaria de saber o bairro onde o senhor mora para que possa concorrer aos nossos prêmios no sorteio do final da noite. O homem respondeu: – Atualmente meu corpo está no bairro Alto São Francisco, mais precisamente no campo-santo São Francisco de Paula numa cripta pintada de azul. Porém minha alma que estava no umbral, agora foi para o céu, graças à declaração de amor que esta emissora me permitiu fazer. O disque-jóquei pensando que era trote, tirou a voz do idoso do ar e colocou a música Close To You. Como a linha telefônica da rádio tinha identificador de chamada, o locutor descobriu que a ligação veio de um orelhão que ficava dentro do cemitério São Francisco de Pádua. Assim o rapaz ficou intrigado e resolveu visitar o campo-santo. Chegando lá, encontrou uma cripta azul onde estava escrito: Antônio Souza. De repente, uma senhora chegou, ajoelhou-se em frente à cripta e disse: – Obrigada Antônio, pela declaração de amor que você fez na rádio! – O filho de Laura, nossa sobrinha, nasceu e ela colocou o nome de Lucas e disse que foi uma homenagem ao nosso pequeno que faleceu aos dois anos de idade. Após ver esta cena, o locutor ficou com medo de fazer programas românticos e decidiu trabalhar na parte esportiva.”

(Enviada por Luciana do Rocio)

Lendas urbanas, mitos urbanos ou lendas contemporâneas são pequenas histórias de caráter fabuloso ou sensacionalista, amplamente divulgadas de forma oral, por e-mails ou pela imprensa e que constituem um tipo de folclore moderno. São frequentemente narradas como sendo fatos acontecidos a um “amigo de um amigo” ou de conhecimento público.

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“5 horas da tarde, Bate o sinal da escola. Mariana como sempre, fica atrasado nos deveres e não consegue sair da sala junto com os outros alunos. Passado 30 minutos a menina sozinha na escola, sente-se com sede e vai até o bebedouro que fica no 3º andar da escola (Só ela vai até lá beber água, pois os outros alunos bebem água do bebedouro que fica ao lado de suas salas no 1º andar). Ela vê uma sombra refletida no metal do bebedouro, porém não há ninguém na escola além dela, Que achou que tinha se confundido ao ver sua própria sombra. Ao voltar para casa, Mariana tentou resolver os deveres que não conseguia terminar na escola e ficou acordada até muito tarde tentando decifrar todas aquelas contas de matemática. No dia seguinte ao chegar na escola o pai de Mariana estava a sua espera, conversando com algumas professoras sobre a aluna. O único medo que Mariana tinha era de seu pai, pois quando bebia fazia loucuras. Já havia matado sua tia ao chegar em casa bêbado e alucinado (isso o levou a 10 anos de prisão). Mariana passou pelo seu pai com apenas um sorriso escondido no rosto e olhando para o chão enquanto ia em direção a sua sala. Quando bateu o sinal Mariana estava com frio e resolveu não ficar na escola para terminar os deveres que faltava, mas como de costume antes de sair da escola a menina foi até o bebedouro do 3º andar beber água. Quando chegou lá o pai estava a sua espera com um copo de vinho na mão sentado na mesma cadeira que Mariana sentava em sua sala (Ela escrevia seu nome na cadeira com um pedacinho de ferro toda vez que se sentava nela na sua sala). Mariana foi encontrada morta no dia seguinte com a cabeça cortada em cima do bebedouro da escola… Conta à lenda que na prisão o pai foi morto por um assassino que estava na mesma sela que ele há 30 anos, e isso só foi descoberto dias depois da morte de Mariana enquanto procuravam o assassino da menina e interrogavam o tal assassino de seu pai, que declarou que havia matado o mesmo. O bebedouro onde Mariana foi encontrada morta, só libera água com sangue. A escola está abandona a mais de 10 anos e o bebedouro e a cadeira ainda esta intacto e cheios de sangue! A menina realmente está morta e descansa em paz… Mas o pai dela ainda ronda as escolas em busca de uma nova vitma.”

Lendas urbanas, mitos urbanos ou lendas contemporâneas são pequenas histórias de caráter fabuloso ou sensacionalista, amplamente divulgadas de forma oral, por e-mails ou pela imprensa e que constituem um tipo de folclore moderno. São frequentemente narradas como sendo fatos acontecidos a um “amigo de um amigo” ou de conhecimento público.

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“Os moradores de uma pequena cidade nunca imaginaram que a diversão de um final de semana pudesse se transformar num dos piores pesadelos daquela comunidade. Fazia um pouco de frio e a imaginação das crianças e jovens estava destinada diretamente para o parque de diversões que havia se instalado no vilarejo. O parque trazia consigo além da roda-gigante, casa dos espelhos, labirinto, montanha-russa e barracas de algodão-doce e pipocas um estranho e sombrio brinquedo. Era conhecido como o misterioso e assustador Túnel do Terror. As crianças e adolescentes ficaram fantasiados com aquele mistério e todo o horror envolto ali. O tal brinquedo ficava isolado do resto do parque, bem no fundo num local escuro. Muita gente tinha medo até de passar perto e as casas mais próximas disseram ouvir berros e gritos de pessoas nas madrugadas que antecederam a instalação do parque no município. A fachada parecia algo semelhante a uma mina, tinha uma placa na frente com mensagens ameaçadores aos “aventureiros”.A trilha do terror era composta por mineradores que supostamente matavam o que pareciam ser apenas bonecos. Muitos pais não deixaram que seus filhos fossem ao tal brinquedo porque ouviram boatos sobre ele, mas a maioria não deu ouvidos. No outro dia, várias crianças e jovens da cidade foram desaparecidos misteriosamente e depois foi descoberto que os corpos que eram degolados, estripados e esfaqueados ao longo da travessia do túnel era verdadeiros e muitos deles pertenciam as crianças.”

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“Certo dia, um motorista de táxi rodava pela avenida José Bonifácio em frente ao cemitério Santa Izabel quando uma linda jovem fez sinal . Ele parou e ela pegou o táxi. Eles deram uma volta na cidade e ele a trouxe de volta para o cemitério. Na hora de pagar, ela mandou que ele fosse receber na casa dos seus pais. Deu-lhe o endereço completo.

No dia seguinte, ele foi cobrar o dinheiro.encontrou a casa, bateu, um senhor veio recebê-lo. Ele disse que viera cobrar o dinheiro pela corrida de táxi que sua filha havia feito. O senhor ficou todo desconfiado e disse que sua filha não tinha saído à noite. O susto maior do pai foi quando o taxista deu o nome da moça e disse como ela era e como estava vestida. O pai disse que não era possível, que a sua filha tinha morrido já a alguns anos. -Será que errei de casa, diz o motorista.

Então o motorista começou a ver algumas fotos que estavam na parede e disse: – É aquela moça. O motorista saiu perplexo, quase louco, sem saber o que tinha acontecido na noite anterior.”

Lendas urbanas, mitos urbanos ou lendas contemporâneas são pequenas histórias de caráter fabuloso ou sensacionalista, amplamente divulgadas de forma oral, por e-mails ou pela imprensa e que constituem um tipo de folclore moderno. São frequentemente narradas como sendo fatos acontecidos a um “amigo de um amigo” ou de conhecimento público.

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Possivelmente, a montagem mais famosa já criada. Essa piada (horrível, diga-se de passagem), viajou o mundo todo e foi parar em inúmeros e-mails logo após os atentados de 11 de Setembro.
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A imagem mostra um turista no topo de observação de uma das torres do World Trade Center, posando para um foto minutos antes da colisão de um dos aviões seqüestrados. Num primeiro momento, a figura parece ser real, mas ao se observar certos detalhes é possível perceber que se trata de uma imagem modificada. Primeiro, o avião que se choca na torre é um Boeing 767 – e o que aparece na imagem é um 757. O avião se aproxima da torre pelo norte e o prédio que teria sido atingido, a torre norte, não tinha posto de observação a céu aberto. Além do mais, a ala de observação da torre sul não abre antes das 9h30 em dias de semana – meia hora depois que o primeiro avião se chocou contra o World Trade Center.
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