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Sabe esses dias…

Em que alguém faz de tudo pra te tirar do sério…

Hoje foi assim, acordei num pulo com o celular tocando às 6 da manhã com um indivíduo me ligando pra perguntar se, por acaso, eu já estava na faculdade. Resmunguei uns 3 palavrões entre dentes e desliguei o telefone. Arrumei minhas coisas e tomei um banho pra desestressar.

Odeio me estressar pela manhã, fico o resto do dia de mal – humor.


Assim que terminei de por a roupa, lembrei que, nesse dia, eu nem tinha aula pela manhã. Ódio! Contive-me, tomei meio litro de água e contei até 1000. Passei na universidade pra ver o que o indivíduo queria. Ninguém. Esperei meia-hora. Ninguém. Fui embora. Como estava cedo, resolvi ir andando pro trabalho. Quando estava chegando ao meu destino… o celular. Era o indivíduo, estava com uma dúvida e era questão de “aprovação ou reprovação”. Devia ser sério, pensei, peguei o ônibus de volta pra casa e pedi que me encontrasse lá.

Chegando em casa, peguei um livro e dei uma olhada na matéria. Quarenta minutos depois, meu telefone toca e uma voz, sem graça, se desculpa e diz que não precisa mais de ajuda.

Naquele momento, se ele estivesse ali, eu o estrangulava.


Durante o dia, enquanto trabalhava, meu telefone tocou dezenas de vezes, com o “sem noção” pedindo ajuda. Atendi 2 vezes, depois disso coloquei no mudo e deixei tocar. Por que não desliguei? Simples. Porque enquanto o celular vibrava enlouquecido, eu ficava imaginando o desespero e a raiva que o cara devia estar sentindo.

O celular vibrou alucinado até a hora em que eu terminei meu trabalho. Saindo, me dirigi ao ponto pra pegar um ônibus e ir pra aula. Antes de entrar no ônibus, adivinha quem apareceu? Exato! O indivíduo. Com uma cara de interrogação e milhares de dúvidas. Peguei o ônibus, fui pra facul, assisti 4 horas de aula, lanchei, fui à biblioteca, na Xerox e, em nenhum segundo sequer, o indivíduo calou a boca.

Sério, eu estava à beira de um surto psicótico!


Quando cheguei ao portão de casa (claro que ele me seguiu até lá), eu respirei bem fundo, virei pra ele com toda calma aparente do mundo e proferi todos os palavrões que existiam e alguns que foram criados exclusivamente para aquela ocasião. Não ouvi mais som algum, me virei e fui pra casa.

Um dia desses,

Vou ter uma amizade perfeita. Não importa com seja… Mas se eu pudesse escolher seria: mulher, gata, inteligente, que curta rock and roll e ficção científica, que entenda e fique calada na hora do futebol e da F1, que não tenha frescuras e que faça sexo por amizade sem compromisso algum.

Veja Também: Não deveria ter levantado da cama…Minha Vida, uma Verdadeira Zona…24 horas são insuficientes…

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#CrashDay – 24 horas são insuficientes…

Publicado: 17 de novembro de 2010 em Mundo Crash
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Sabe esses dias…

Em que 24 horas não são suficientes para o seu dia…

Hoje foi assim. Acordei, levantei, pisquei e já estava na hora de dormir de novo. Foi um dia em que o meu maior inimigo foi o tempo. Nem o café da manhã na padaria da esquina foi tranqüilo. O relógio andou tão depressa que tive que engolir o pão e o café quente. Ganhei uma bolha no céu da boca.

Fui pra aula, tinha prova. Havia estudado e assim que recebi a prova e li as questões, eu abri um grande sorriso pois sabia responder todas. Comecei a responder com calma e segurança. Quando cheguei na metade da prova, olhei o relógio e só me restavam 5 minutos pra entregar a prova… respondi a outra metade da prova com parágrafos de 2 linhas. Uma prova que podia ter tirado 10, vai começar a ser corrigida valendo uns 6.

Odeio quando esqueço de administrar o tempo!

Com um ódio mortal de mim mesmo, fui pro trabalho. Não respondi um bom dia sequer. Apenas dava um sorriso forçado pra não passar por mal educado. Por sorte, o trabalho que tinha que entregar naquele dia já estava praticamente pronto, era só uma questão de revisar pra ver se tinha algum erro. Como estava tranqüilo, resolvi olhar uns trabalho antigos que tinha feito, li algumas noticias e revisei um trabalho da faculdade. Revi o meu trabalho e estava perfeito e ainda estava na metade do expediente, quando já estava pronto pra entregar chega um e-mail com o título… URGENTE! Um e-mail com esse título nunca pode ser uma coisa boa e, pra variar, não era mesmo.

Em um dia ruim, quando as coisas começam a ficar boas, se prepare porque o pior está por vir…

Resumindo o e-mail, teria que refazer praticamente tudo de novo. Era possível refazer ainda a tarde, mas o maldito tempo estava conspirando contra mim. Refiz tudo em uma velocidade incrível. Se eu pudesse medir minha velocidade de trabalho em Km/h, com certeza teria corrido mais rápido que um guepardo. Juro! Foi rápido mesmo. Mas mesmo com toda velocidade e ganhando uma tendinite no braço direito, eu não pude vencer o tempo e acabei ficando mais de 2 horas depois do meu expediente. Enfim, pelo menos sai de lá com a satisfação de um trabalho bem feito. Tudo que queria era ir pra casa dormir. Fui pro ponto e o ônibus tinha acabado de sair, teria que esperar quase meia hora pelo próximo…

O tempo nunca passa rápido quando estamos com pressa.

Um pouco mais de 1 hora depois, cheguei em casa, tomei um banho e cai na cama. Ajustei o despertador e, pela hora, ainda restavam pouco menos de 4 horas pra dormir…

Um dia desses,

Vou ter tanto conhecimento e tanta grana que nunca mais terei que me preocupar com tempo. Tudo que farei é ganhar mais dinheiro, curtir a vida e perder minhas horas preciosas escrevendo num Blog.

Veja Também: Não deveria ter levantado da cama… / Minha Vida, uma Verdadeira Zona…

Sabe esses dias…

Em que sua vida está uma verdadeira zona…

Hoje foi assim. Acordei perdido, não encontrava um texto que precisava para concluir um trabalho. Revirei a casa inteira. Eu tinha certeza que estava dentro do armário… mas o Katrina havia passado ali sem deixar um mapa de onde as coisas foram parar.

Eu juro que estava ali…

Enfim, tenho uma mania de achar que os primeiros eventos do dia ditarão como ele será até que eu esteja de volta à minha tão esperada hora de dormir. Se o dia começou bem, com um belo café da manhã, boa música tocando no rádio, um bom banho, a roupa que queria limpa e passada no armário, eu logo acho que o resto do dia será ótimo e saio de casa com um sorriso estampado no rosto. Agora, quando acordo com um som de péssima qualidade altíssimo no vizinho (normalmente é um funk de baixo escalão), o café fica amargo e o pão queima na torradeira, a água do chuveiro cai sem pressão e a roupa parece que foi mastigada por um bode, logo tenho certeza que o dia será horroroso e faço questão de demonstrar isso com batidas fortes de portas, cara fechada e uma música ensurdecedora saindo do fone de ouvido do meu mp3.

O dia hoje começou bagunçado e assim foi até o fim, não encontrei o texto no armário, não encontrei a camisa que queria, não encontrei o bilhete da barca, não encontrei o dinheiro pra comprar o bilhete da barca.

Respirei fundo, 1, 2, 3… Um banho! Sempre ajuda…

Sai de casa e passei no banco pra tirar dinheiro, não havia um caixa eletrônico sequer que funcionasse exceto os que só se podiam sacar notas de R$50. Queria um valor quebrado, mas como sabia que o dia tava esquisito, saquei uma dessas mesmo e fui trabalhar. No trabalho, fiquei perdido sem o meu texto e não encontrei a versão digital na minha caixa de e-mails. Tive que pedir pro chefe enviar novamente, o que resultou em um sermão de quase meia hora.

Pelo menos o dia, regado a grandes xícaras de café, passou voando. Tinha marcado de ir ao cinema com uma amiga a noite, mas como era esperado, pelo perfil do meu dia, ela desmarcou em cima da hora e acabei indo pra casa mais cedo. O que não foi ruim, pois pude entrar em uma batalha que só eu poderia vencer, tinha que arrumar o meu armário.

Quando minha vida está uma zona e preciso organizar tudo, sempre começo pelo meu armário. Sei lá, acho que é terapêutico. As idéias vêm à mente e encontro, além das minhas coisas perdidas, as soluções para os problemas que infernizam meu cotidiano.

E não é que meu texto tava dentro do armário, bem embaixo do meu notebook… Enfim, armário limpo, vida organizada… já posso ir dormir!

Um dia desses,

Vou ter uma empregada de extrema confiança e extremamente gata que me trará café na cama e organizará impecavelmente todas as minhas coisas, colocará etiquetas e mapeará meu armário, para que eu não sofra mais de problemas como o de hoje…

Veja Também: Não deveria ter levantado da cama…

Sabe esse dias…

Em que nem deveria ter acordado…

Hoje foi assim. Na hora em que meus olhos abriram, logo após ouvir a irritante música que escolhi (propositalmente) pra me acordar todas as manhãs no despertador do meu celular, eu sabia que deveria continuar dormindo por mais, pelo menos, umas 24 horas.

O instinto nunca falha!

Eram 6 horas da manhã quando levantei da cama e entrei em mais um dia de rotina incansável. Comparo minha rotina com a CLA – Corrente Leste Australiana (aquela das tartarugas de ‘Procurando Nemo’), eu levanto, resolvo entrar e meio que automaticamente ela me guia até o final do dia.

Não consegui escrever as coisas que tinha que escrever, não consegui ver as pessoas que queria ver, não consegui comer o que tinha que comer… enfim, não fiz nada do que era pra ter feito. O dia não rendeu um centavo furado.

Uma tosse seca ainda me castigou o dia inteiro.

É como se o mundo conspirasse contra mim, até as mais corriqueiras atividades estavam fadadas ao fracasso. O elevador estava subindo enquanto eu estava descendo, o ônibus lotou na minha vez de entrar, o sinal abriu assim que eu ia atravessar, um meteoro caiu na Terra assim que eu ia ganhar um sorriso da moça bonita do andar de baixo…

O trabalho estava atrasado e não consegui adiantar uma linha. Véspera de prova e a matéria não entrava na minha cabeça por mais que eu me matasse de estudar e, pra finalizar, meu time perdeu e perdi, mais uma vez, a chance de ficar milionário com o prêmio da mega-sena (isso sempre me frustra).

A maior alegria do dia foi quando cheguei em casa, tomei um longo banho e desmaiei na cama… dormi feito um anjo…

Um dia desses…

Não vou levantar. Vou ficar na cama e esperar o dia passar. Na certeza que estarei fazendo o melhor pra mim e pra todos aqueles que estão ao meu redor, estes que me aturam em dias de cão, com meu sorriso forçado e minhas ‘patadas’ sem motivo algum.