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Crime não compensa, dizem economistas

Publicado: 11 de janeiro de 2013 em Ciência
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Crime não compensa… pelo menos o crime de assalto a bancos na Inglaterra. É o que comenta o texto “Robbing banks. Crime does pay – but not very much” [Roubando bancos. Crime paga – mas não muito.], publicado na revista Significance de junho de 2012, publicação da  Royal Statistical Society e American Statistical Association.

Os pesquisadores alegam que “Crime é uma atividade econômica como qualquer outra: tem seus lucros, suas perdas, seus riscos e seus retornos. Tem também seus insumos, de trabalho e de capital, e seus custos.” e também “Podemos dizer exatamente porque roubar bancos é uma má ideia.

De posse dos dados (antes) confidenciais dos roubos a bancos, os Professores Barry Reilly, do Departamento de economia da Universidade de Sussex; Professores Neil Rickman e Robert Witt da Universidade de Surrey, fizeram uma análise da quantidade de dinheiro que foi roubada em cada ação, da média de criminosos por roubo, taxa de sucesso dos criminosos, número de clientes presentes durante o assalto, vezes em que o alarme foi ativado, etc

No final das contas, os bancos (ingleses) tem mais prejuízo com o investimento em segurança, custos psicológicos para os funcionários, problemas na reputação da empresa assaltada,… do que com o valor roubado propriamente dito.

A média britânica dos valores roubados em assaltos ficou em £20.331 (libras esterlinas, em torno de 60.000 reais). Como a equipe de assaltantes tem em média 1,6 pessoas. O valor para cada membro da quadrilha resultaria em torno de £12.706. O que equivale a menos de 6 meses da média salarial do país. Para piorar a vida dos assaltantes de primeiro mundo, a tentativa de aumentar os lucros também aumenta a chance de ser preso; colocando tudo a perder.

O uso de armas de fogo, e uma equipe maior, aumenta o retorno médio da ação e a taxa de sucesso; mas também gera complicações adicionais em caso de prisão e julgamento, e aumenta os custos da operação.

Não só na Inglaterra a conta não é favorável. Também nos EUA a coisa não tá fácil. O faturamento cai para apenas $4.330 em média por pessoa. Um pouco mais que a média de $1589 obtido em assaltos de outra natureza, ou o baixo lucro de $769 em assaltos à lojas de conveniências. Assim, fica a dica dos criminosos americanos tentarem carreira lá pela Inglaterra.

Então, não roube bancos! Agora está provado cientificamente que é uma má ideia. E melhor não repetir o estudo com dados no Brasil, pode ser que o resultado não seja adequado para publicação.

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Veja o texto original em: Robbing banks: Crime does pay – but not very much. Significance (2012); Barry Reilly, Neil Rickman e Robert Witt; DOI: 10.1111/j.1740-9713.2012.00570.x

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Entrando em um Moto Clube

Publicado: 14 de junho de 2012 em Diversos
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Amigo,

você está fazendo isso errado.

Informações sobre moto clubes pelo Brasil AQUI

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Há teorias que explicam esses nomes, mas as empresas nunca oficializaram as razões para batizar seus consoles. Os vídeo games atuas foram idealizados na década de 1990:PlayStation, da Sony (1994), Xbox, da Microsoft (2001), e Wii, da Nintendo (2006).

Para batizar as invenções, as empresas podem ter apostado nos pontos fortes e cada um: o trunfo do PlayStation foi a ideia de “estação”, reunindo diversos games; o forte do Xbox é a integração com funções multimídia do Windows; e o perfil do Wii tem um estilo mais galera.

 

Wii deveria se chamar “Nintendo Revolution” e o nome do Xbox sofreu bocoite.

PlayStation:

 Na década de 1980, um “cruzamento” entre Nintendo e Sony começou a tomar forma. Em 1992, as gigantes decidiram investir no Play Station X, mas parceria não deu certo. A Sony deu continuidade e estreou o console em 1994, batizando-o de PlayStation.
Wii:

A explicação extraoficial é a sonoridade parecida com a palavra “we” -“nós”, em inglês. Ao lançá-lo, a Nintendo disse que “o codinome ‘Revolution’ expressava nossa direção e ‘Wii’ representa a resposta”, durante o projeto, a engenhoca tinha o apelido de Nintendo Revolution.
Xbox:

Em 1998, a Microsoft quebrava a cabeça para construir um videogame que pudesse competir com o PlayStation 2. A equipe DirectX assinava o projeto DirectX Box, daí a ideia de Xbox. Mas a equipe de marketing detestou o apelido do console e tentou derrubá-lo. Não adiantou…
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Fonte: Sites Marvel Universe, Comic Book Vine, Wikipédia e Revista Mundo Estranho.

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Um estudo nos Estados Unidos da América (como sempre), afirma que casais que bebem juntos tem menos problemas na relação.

“Beber juntos, em vez de separados, é claramente positivo para o relacionamento. Indivíduos que bebem com o parceiro têm níveis mais altos de intimidade e menos desentendimentos no dia seguinte, em comparação aos indivíduos que bebem sem a companhia do parceiro, ou os que simplesmente não bebem”, diz o psicólogo Ash Levitt, líder da pesquisa.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores analisaram o comportamento de 69 casaisheterossexuais, todos bem jovens, na casa dos 20 anos. Em todos os casais voluntários, os resultados positivos estavam associados a níveis relativamente baixos de bebedeira – de um a três drinks.

Vi na Super Interessante

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30 Coisas que Aprendi com José Cuervo

Publicado: 8 de julho de 2011 em Listas
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Homens não conseguem diferenciar bege, caqui e marfim. Mulheres não conseguem entender o futebol. Vamos resolver isso agora. Nós nunca vamos aprender a diferença sutil entre os tons, mas vocês podem aprender futebol…

Via Mulher, cerveja e futebol

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A Calculadora do Casamento

Publicado: 31 de maio de 2011 em Ciência
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 Se você está com problemas no casamento, não procure uma cartomante, procure um economista!
A economista Betsey Stevenson usou a comparação de estatísticas dos divórcios realizados nos Estados Unidos para criar uma “calculadora do casamento”.

Faça os seus cálculos na: Calculadora do Casamento 

Os cálculos são realizados com base em algumas informações inseridas pelo usuário:

– sexo
– idade
– tempo de casamento
– grau de escolaridade

Os dados são comparados com estatísticas e como resultado é fornecida a porcentagem de casais que já se separaram e que estavam na mesma situação que você.

Stevenson afirma que o risco de divórcio diminui para pessoas com maior grau de escolaridade e que se casam mais velhas.

Via Sem Ciência

 

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